sexta-feira, 18 de junho de 2010

O Fim da Solidão

Recentemente ouvi uma assistente social dizer: “A solidão transformou-se num dos maiores problemas da nossa época. Temos de fazer algo para combatê-la”. Não imagino o que ela pretende realizar, mas sei que nenhuma iniciativa humana solucionará definitivamente a solidão.



Quando Deus criou o ser humano, Ele mesmo queria preencher o coração do homem. Se, entretanto, as pessoas decidem excluir Deus da sua vida, não é de admirar que se sintam solitárias, que seu coração esteja vazio ao invés de repleto da presença divina.

Você não precisa estar necessariamente sozinho para se sentir solitário. Todo coração humano necessita de um amigo – alguém em que possa confiar. Precisamos de alguém que realmente nos conheça e nos entenda, que nos envolva com cuidados, quaisquer que sejam nossos problemas. Onde, entretanto, podemos achar tal amigo? É impossível encontrar um ser humano que nunca nos decepcionará – somente Jesus é o Amigo perfeito!

Apenas Ele tem a resposta para seus problemas. Ele o conhece melhor do que você mesmo. Apesar de tudo, Jesus o ama e cuida de você, de uma forma como ninguém mais seria capaz. Aceite-O como Amigo, e você nunca mais se sentirá solitário. Aliás, como seria possível sentir-se sozinho, se seu melhor Amigo estará sempre com você?

Essas não são teorias, mas certezas baseadas na experiência. É maravilhoso estar sozinho quando você estiver só com Ele. Não é possível expressar esse sentimento em palavras. A companhia humana é algo muito pobre se a compararmos à comunhão com Jesus. Se você estiver consciente da Sua presença dia após dia e hora após hora, seu coração ficará repleto de paz e de alegria indescritíveis.

Você se sente solitário? Precisa de alguém que o ame e cuide de você? Aceite agora mesmo a Jesus como seu Salvador e Amigo! Entregue-se completamente a Ele e confie nEle como seu Redentor. Pense em como Ele sofreu em seu lugar na cruz e removeu de uma vez por todas os seus pecados “pelo sacrifício de si mesmo” (Hebreus 9.26).


Olhando agora para Jesus, confie nEle e no sacrifício perfeito que realizou por você lá na cruz. Então seus pecados serão perdoados, sua vida será salva, renovada e transformada pelo Espírito Santo que passará a habitar em você: “...o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1.7).


Aceite Jesus agora como seu Salvador, para que seja eternamente seu Amigo, seu Companheiro e seu Guia! Ele acabará com sua solidão. Ninguém precisa continuar solitário, pois é possível ter Jesus, o Filho de Deus, como seu melhor e mais próximo Amigo!



***
Fonte: Blog Missões Peru - (Fonte: folheto fim da Solidão)

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Vencer é Tudo?


Vencer é tudo... Todos querem vencer – Jogadores e Técnicos, Torcedores e Patrocinadores - Vencer é tudo. Certo? Mas e quando você já venceu tudo? O que mais tem para conquistar? 
Há um tipo diferente de Vencedor. Jesus disse:

“Quem se faz de importante será humilhado e; e quem se humilha será honrado”[Lucas 14:11]

“Muitos que agora são os primeiros serão os últimos, e muitos que agora são os últimos serão os primeiros”. [ Mateus 19:30]

“Quem quiser salvar a sua vida vai perdê-lá; mas quem perder a sua vida por minha causa vai salvá – la. Que vantagem terá alguém em ganhar o mundo inteiro, se ele mesmo se perder ou se for destruído?” [Lucas 9:24-25]

Vale a pena tentar porque Deus quer que você vença! “Se Deus está do nosso lado, quem nos vencerá?”. [Romanos 8:32] “Em tudo isso temos a vitória por meio de Cristo que nos amou”. [Romanos 8:37]

“Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho único, para que todo aquele que crer nele não pareça, mas tenha a vida eterna.” [João 3 : 16]

Jesus disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente.” [João 10:10]

A Vitória sobre a Morte e o Inferno, proporcionada por Cristo, para todo aquele que nEle crer - eis a única vitória que não é vã. 

Fonte: Equipe IDE (adaptado) 
 

domingo, 30 de maio de 2010

DE ONDE VEM O SENTIMENTO DE VAZIO QUE SE ABATE SOBRE O SER HUMANO?



Jefferson Magno Costa


Há atualmente no mundo um mal aparentemente inexplicável, um fenômeno desconcertante que se tem manifestado agudamente desde o aparecimento das grandes cidades, em meio às superpopulações: a crise do vazio existencial. Nunca as pessoas estiveram tão próximas umas das outras. Nunca dispuseram de tantos meios de aproximação fraterna, de ajuntamento para o trabalho, para os eventos sociais, e para o lazer. Mas também nunca se sentiram tão solitárias e vazias.

            Por que essa doença espiritual tem-se apossado de milhões de pessoas, tolhendo-lhes os passos, deprimindo-as, invadindo-as com sentimentos de inutilidade e vazio interior? O apóstolo Paulo, na Segunda Carta aos Coríntios (7.10), fala de dois tipos de tristeza que se apossam do coração do ser humano: a tristeza segundo Deus, e a tristeza segundo o mundo. “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz a morte”.

A TRISTEZA SEGUNDO O MUNDO
       Esse sentimento de vazio que penetra as almas e anula quase todos os grandes motivos (ou incentivos) que impulsionam o ser humano à vida (clinicamente denominado de depressão), é produto do maior e mais antigo desastre existencial que já se abateu sobre a humanidade: o tropeço do primeiro homem no Éden, e a consequente perda de sua comunhão com Deus, seguidos do despertamento de sua consciência com relação ao pecado, e o inevitável e desastroso desvio de seu propósito e modo de vida.
       A crise existencial que a sociedade contemporânea enfrenta hoje é o ponto mais alto da escalada multimilenar do ser humano pelos caminhos vazios de Deus. É o somatório de todas as suas tentativas de encontrar a felicidade dentro ou fora de si – experiências que resultaram em fracasso e desilusão, restando-lhe tão-somente esse vazio do tamanho de Deus, segundo a conhecida frase do  escritor russo Dostoievski.
        Fora do Éden, longe do seu Criador e em linha reta para o desespero, o homem adquiriu para si o perigoso direito de cumprir o seu próprio destino, e caminha na constante busca de uma felicidade que em parte alguma encontrará, a não ser em Deus, pois, como magistralmente confessou Agostinho: “Criaste-nos para Vós, e o nosso coração vive inquieto enquanto não repousa em Vós”.
       Mas há pessoas que não pensam como Agostinho. Há pessoas que pensam como “o profeta da liberdade sem Deus”, Jean Paul Sartre, e afirmam que “o homem será aquilo que ele houver determinado ser”. E com isto a humanidade apresenta-se fatalmente dividida em dois grandes grupos: o dos que pensam como Agostinho, e o dos que pensam como Sartre.

O PROGRESSO TECNOLÓGICO COMO ORIGEM DA CRISE DO VAZIO
      Não resta dúvida que hoje as pessoas possuem mais motivos materiais para ser felizes do que as pessoas de outros séculos. A quantidade de possibilidades que se abrem diante da atual sociedade de consumo é ilimitada. Não é fácil imaginar um objeto que não esteja no mercado. Porém, mesmo possuindo melhores meios, mais conhecimento e mais recursos tecnológicos do que nunca em toda a sua história, a humanidade se entristece dia após dia.
         Longe de Deus, à procura de todas as formas tangíveis de felicidade, a humanidade dá sinais de estar cansada de sua peregrinação interminável e inútil. Os atentados, as falências no sistema financeiro mundial, os terremotos, a fome, o descontrole climático, a violência, a imoralidade, o egoísmo, as greves, o terrorismo, as reinvindicações de toda espécie – eis alguns dos frutos colhidos por quem atacou a natureza e revoltou-se contra Deus.
           À proporção que o conhecimento aumenta e multiplicam-se os poderosos recursos tecnológicos que resultam em mais riquezas e comodidades existenciais, recuam, lamentavelmente, para bem longe, as aspirações espirituais que têm levado o homem a se interessar por Deus e a tentar estabelecer um contato com ele. Grande parte da humanidade não tem qualquer interesse em assuntos espirituais. Eis as raízes da tristeza segundo o mundo.
           O ser humano dos dias atuais, imensamente rico, herdeiro de todas as conquistas que seus antepassados e seus contemporâneos realizaram, mas que não teve ainda um encontro de salvação com Jesus, que não sabe o que é entregar os seus caminhos ao Senhor, que ainda não aprendeu a confiar nele e caminhar com a convicção de que o mais ele fará (Sl 37.5), é semelhante ao rei da França, Luis XV (1710-1774), que tinha todos os talentos, menos o talento que o tornasse capaz de fazer uso desses talentos.  
        É o que o grande ensaísta espanhol Miguel de Unamuno chamava de “a busca de uma justificativa existencial, de uma finalidade de vida, de um motivo para estar neste mundo”.

NÁUFRAGOS E SEM DEUS
        Desviados do caminho que conduz ao Céu, perdidos no caudal desse bravio e caudaloso rio das paixões humanas, milhões de seres humanos posicionam-se diante da vida com o mesmo sentimento trágico de amargura que sufocou um Albert Camus, encontrando na existência a mesma fatalidade da condição humana a que se referiu André Maurois, e que encheu de pesadelos a vida do genial escritor judeu-theco Franz Kafka, e levou Sartre a divulgar a filosofia do nada existencial e a náusea de viver.
       Muitos se sentem, diante do mundo atual, como náufragos que não conseguem chegar à praia ou ao porto desejados. A velocidade do tempo em que as coisas acontecem hoje, a descomunal energia e o ímpeto vertiginoso com que na presente hora tudo é feito, desnorteiam e entristecem o indivíduo perdido nas pequenas e grandes cidades, que sente-se mais um rosto na multidão, uma individualidade dissolvida nesse turbilhão de vidas. José Ortega y Gassett declarou que a angústia do homem de hoje “mede o desnível entre a altura do seu pulso (humanamente lento) e a altura da época atual – célere, insensível, indomável”.
    Por isso muitas pessoas, sentindo-se perdidas, vendo que o progresso também dispersou as famílias (porque o companheirismo, o diálogo e a ternura que uniam os seus membros têm sido combatidos por inúmeras influências externas e internas), desiludidas, sofrendo o peso da perplexidade do momento atual, e com medo de após um dia de trabalho, serem obrigadas a voltar a passar a noite em companhia do tédio que as espreita e as persegue por toda parte, saem à procura de algo que preencha o seu vazio interior, e entregam-se à diversões que esgotam o pouco de energia moral que ainda lhes restava. Porém, fora de Deus não há felicidade ou solução para qualquer problema, seja ele de que natureza for.

A FRUSTRADA BUSCA DE FELICIDADE
      Sabendo-se habitantes de um mundo que lhes oferece inumeráveis recursos, mas sentido que nenhum desses recursos poderá preencher o vazio que tomou conta de suas almas, muitas pessoas, que ainda não conhecem Jesus como Salvador, como a única solução para todos os problemas da humanidade, desejam ardentemente encontrar uma razão para suas vidas, algo que as liberte das frustrações do mundo, e proporcione paz aos seus corações. Este é o mais antigo anseio do ser humano, e começou no Éden, a partir do momento em que ele perdeu a comunhão com Deus.
           Impulsionada por esse sentimento desde tempos imemoriais, a humanidade tem caminhado em busca da felicidade. A antiga civilização egípcia procurou-a no esplendor das dinastias faraônicas, na esperança de vida além-túmulo, e nos monumentos erguidos à morte. Os chineses procuraram-na nas sutilezas da filosofia e em um labirinto de meditações, esperando encontrá-la no Nirvana – que não é um lugar, e sim um estado de espírito, que leva à anulação da vontade e dos desejos, e à extinção da chama vital. Os gregos também procuraram a felicidade nas sutis reflexões filosóficas, na múltipla expressão da arte levada ao seu grau extremo, nas construções de monumentos de mármore, e no culto aos deuses do Olimpo. Os romanos procuram-na na força bélica, na grandeza de suas conquistas militares, e nos prazeres proporcionados pela carne.
      E igualmente as demais civilizações têm procurado a felicidade em fontes inumeráveis e diversas, porém não a têm encontrado, pois o amargor, a depressão e o vazio existencial que têm destruído milhões de vidas ao longo dos tempos provam que as grandiosas e inúmeras conquistas tecnológicas e materiais, os sistemas filosóficos e as falsas religiões são incapazes de tornar o ser humano feliz.
       Apesar de estudiosos dotados de uma visão enciclopédia dos problemas humanos terem previsto a decadência de tudo, como um Oswald Splenger na sua monumental obra O Declínio do Ocidente, e outros grandes estudiosos em outras visões panorâmicas e contemporâneas da situação em que se encontra a humanidade, nós acreditamos que Aquele que restaurou os caminhos tortuosos e antes intransitáveis que propunham reconduzir o homem a Deus; Aquele que  apresentou-se como o único caminho que nos conduz ao Pai; Aquele que mudou a opinião da humanidade a respeito do Criador, da salvação, da eternidade, da vida, da morte, do mundo, do lar, do homem e do sofrimento humano, esse, que não é outro senão Jesus Cristo, pode solucionar a crise do vazio existencial do ser humano, e inundar a alma e o coração da humanidade de felicidade e paz.

A TRISTEZA SEGUNDO DEUS
Porém, desiludido e profundamente infeliz, o ser humano entristece. Sua alma tem sede do seu Criador. Mas essa tristeza é providencial e redundará em salvação, “porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação que a ninguém traz pesar...” 2 Co 7.10. Porém, é necessário que os que apregoam as boas novas de salvação inundem de esperança esses corações sedentos de paz. Pois esse ardoroso ímpeto de libertação e altura inevitavelmente levará o ser humano que não conhece a Deus a interessar-se pelo sobrenatural, e a desejar a vida eterna. E caso nós não cheguemos antes com a mensagem evangélica de salvação, felicidade e vida eterna com Deus, o diabo se antecipará  e apresentará como alimento a essas almas sedentas e famintas, sua lama e seu lixo.
Os que anunciam Jesus, a Água da Vida; os que  oferecem às almas famintas o Pão Vivo que desceu do Céu; os que trabalham para purificar e dulcificar os corações pela aceitação do Evangelho de Cristo, somos aqueles a quem o profeta isaías se referiu  ao dizer: “Vós com alegria tirareis águas das fontes de salvação (Is 12.3), e como consequência “os resgatados do Senhor voltarão e virão a Sião com cânticos de júbilo; alegria eterna coroará as suas cabeças; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido”, Is 35.40.
Nós, os que conhecemos a Cristo, temos a imensa responsabilidade de encorajar a todos com a nossa fé, o nosso otimismo e a nossa convicção de que alcançaremos a vida de eterna paz. Um grande pregador disse certa vez que evangelizar não e nada mais do que "um mendigo ensinando a outro mendigo onde encontrar pão." Devemos repetir para todas as pessoas o Sermão da Montanha, e fazer com que ressoe, no mais profundo de suas almas sedentas de paz, o sublime convite de Jesus: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”, Mt 11.28.   

ONDE ESTÁ A TUA ESPERANÇA DE FELICIDADE?
      Devemos falar a todos sobre Aquele que veio nos dar vida, e vida com abundância. Nas regiões celestiais onde ele nos foi preparar lugar, não haverá terremotos, tsunamis, epidemias, atentados, secas ou inundações que destroem o trabalho de gerações, e semeiam a dor e a morte. Não haverá corrupção, nem escravização, nem violência, nem a exaustiva e desgastante luta pela sobrevivência, nem doenças, nem o flagelo das guerras.
      Mas enquanto não herdarmos para sempre o Céu, e estivermos aqui na terra, devemos repetir as palavras do salmista: “Então irei ao altar de Deus, de Deus que é a minha grande alegria” (Sl 43.4), e “tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra delícias perpetuamente”, Sl 16.11.
         Desde há muito tempo está aberto o caminho para o Céu. Ser feliz depende da justa conscientização de que a verdadeira felicidade foi conquistada a preço de sofrimento e sangue, e só há um que a pode nos dar: Jesus Cristo. Toda e qualquer tentativa ou busca de felicidade fora de Jesus resultará em fracasso.
      Os que jazem no vazio existencial devem considerar que, além da grande bênção da salvação e da maravilhosa experiência com Cristo, a vida oferece outros motivos de felicidade – desde que essa felicidade não se apoie nos enganosos subterrâneos dos vícios, dos prazeres carnais, ou em muitos outros pecados que o mundo oferece. Devemos agradecer a Deus simplesmente por estarmos vivos e podermos encher plenamente os nossos pulmões de ar, sob o sol que ilumina a todos a cada manhã. Um grande poeta (Fernando Pessoa) escreveu  certa vez:

Outras vezes ouço passar o vento,
e acho que só para ouvir passar o vento
vale a pena ter nascido.

OLHANDO A VIDA PELOS OLHOS DE CRISTO
       Cristo nos ensinou a não gemer ou desanimar sob o pesa das dificuldades e dos sofrimentos – mas pela fé e impulsionados por sua graça, enfrentá-los e vencê-los. Alguém pode argumentar que todos nós haveremos de morrer um dia. Sim. Com exceção dos que não provarão a morte por estarem vivos no grande Dia do Arrebatamento da Igreja, todos nós morreremos. “Mas para mim o viver é Cristo e o morrer é ganho” Fp 1.21. Após a nossa morte, o sol continuará a nascer todos os dias, em todo o seu esplendor. A vida prosseguirá, a renovar-se sempre, até que as dispensações de Deus para este mundo se completem. As crianças que brincam pelas manhãs e às tardes, a correrem, a empurrarem-se, a chamarem-se, ofegantes e incansáveis, radiantes de alegria, hão de crescer e amar, e conduzir a vida para um ponto mais adiante, conforme nós já o fizemos, até que seus filhos e netos as substituam nessa maravilhosa e sempre renovada dádiva de Deus aos homens – a vida. Devemos agradecer a Deus por ela. Estamos caminhado para a morte. Porém, a morte não será nada mais do que a infância da nossa eternidade com Cristo, o dia em que se inaugurará para nós nossa vida de plenitude ao lado do nosso Deus!
      A pessoa que nunca está contente com o que é, nem com o lugar onde está, não aprendeu ainda a olhar os lírios do campo, e a concluir com Jesus que, sob os cuidados que a providência divina faz descer do Céu sobre eles, “nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer um deles”, Mt 6.29.
     Muitas vezes nem é necessário alongarmos o nosso olhar para muito longe, a fim de reconhecermos os presentes que o Senhor nos dá todos os dias, quando abre diante de nós, de inúmeras maneiras, suas mãos generosas e cheias de tudo o que necessitamos. Mas o justo se alegrará, acima de tudo, na salvação que já recebeu do Senhor. “Portanto, não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força”, Ne 8.10.

Jefferson Magno Costa- Blog Sublime Leitura

domingo, 23 de maio de 2010

Quem fez todas as coisas?



Sir Isaac Newton tinha um amigo que, como ele, era um grande cientista. A grande diferença era que este amigo era ateu, enquanto Newton era um dedicado e devoto crente. Embora sempre travassem batalhas acerca da existência e natureza de Deus, o mútuo interesse deles pela ciência os aproximava. Newton fez com que um mecânico muito habilidoso lhe fabricasse uma miniatura réplica do nosso sistema solar. No centro estava uma grande bola folheada a ouro, representando o sol; girando ao redor dela, fixadas nas pontas de braços de vários comprimentos, estavam bolinhas menores, representando Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter e Saturno, na ordem e nas distâncias apropriadas. Todas as bolas eram de tal forma ligadas entre si, através de complexos mecanismos de engrenagens e de correias, que se moviam em perfeita harmonia ao se girar uma manivela. Um dia, estando Newton lendo em seu estúdio, com seu mecanismo sobre uma grande mesa perto de si, seu amigo entrou. Ele era cientista bastante para reconhecer, num relance, o que estava diante dele. Apressando-se para lá, lentamente girou a manivela e, com indisfarçável admiração, viu todos os corpos celestiais se moverem em suas apropriadas órbitas e velocidades relativas. Afastando-se uns poucos metros, exclamou: “Caramba! Quem fez esta coisa, tão maravilhosa?”

Sem levantar os olhos de seu livro, Newton respondeu: "Ninguém" !
Rapidamente, voltando-se para Newton, o ateu disse: "Evidentemente, você não entendeu minha pergunta. Eu perguntei: quem fez este maravilhoso mecanismo?” Levantando os olhos, Newton solenemente lhe assegurou que ninguém o tinha feito, mas que apenas tinha acontecido que, por acaso, a matéria (que o ateu tão fortemente admirava) tinha se agregado na forma do mecanismo. A isto, o atônito ateu replicou com certa raiva: “Você deve pensar que sou louco! Claro que alguém fez isto, ele é um gênio, e eu gostaria de saber quem é ele”.

Deixando seu livro de lado, Newton levantou-se, colocou uma mão no ombro de seu amigo, e disse: ”Este mecanismo não é senão uma ínfima imitação de um sistema muito mais grandioso, cujas leis você conhece. Ora, eu não sou capaz de convencê-lo de que este mero brinquedo existe sem um projetista e fabricador; ainda assim, você professa crer que o maravilhoso original (do qual eu grosseiramente copiei e imitei um aspecto do projeto) veio a existir sem ter projetista e sem ter fabricador! Agora, diga-me, por qual tipo de raciocínio você chega a uma conclusão tão absurda?” O ateu foi imediatamente convencido e tornou-se um firme crente de que ”Jeová, Ele é o Deus”. (1Re 18:39).


”No princípio
criou Deus os céus e a terra”. (Gn 1:1)

”E
fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas”. (Gn 1:16)

”Seu é o mar, e
ele o fez, e as suas mãos formaram a terra seca.” (Sl 95:5)

” Bem-aventurado aquele ... cuja esperança está posta no SENHOR seu Deus. O que
fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto há neles, e o que guarda a verdade para sempre;” (Sl 146:5-6)

”E ele lhes disse:… temo ao SENHOR, o Deus do céu, que
fez o mar e a terra seca.” (Jn 1:9)

Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.” (Jo 1:3-4)

O Deus que
fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos ... Mas Deus... anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam; Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos.
(At 17:24-31)

Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.
(Jo 3:36).

Autor: E. L. Bynum, Pastor, Tract # D-504, Tabernacle Baptist Church
PO Box 3100, 1911 34th St., Lubbock, TX 79452

Tradução e adaptação: Valdenira Nunes de M. Silva

sábado, 15 de maio de 2010

À procura da chave


Lodemar Schlemper
Dois policiais estavam trabalhando e faziam sua tradicional ronda na periferia da cidade.
Felizmente naquela noite não havia acontecido nada que preocupasse. Tudo era calmo.
A população dormia e naquela madrugada raramente se via alguém na rua.
Porém, qual não foi a surpresa ao depararem com um homem numa rua deserta.
Sob a luz de um poste ele caminhava de um lado para outro o que sugeria que estava procurando algo. Os policiais pararam e perguntaram se havia algum problema. "Sim", disse o homem, "eu perdi a chave da minha casa". Os policiais, solícitos, pararam e ajudaram o homem na sua procura. Mas não encontravam a tão procurada chave. Impaciente, um policial perguntou: "Afinal, onde o senhor perdeu a chave?" - "Eu a perdi na frente da minha casa", foi a resposta do homem. "Mas, então, por que a procura aqui?" E o homem retrucou prontamente: "Por que aqui há uma luz, lá está tudo escuro".
Esta historinha pode parecer muito ridícula. Mas ela nos faz lembrar que

Há uma grande procura!


Pessoas estão à procura da ´chave´ da vida. De repente percebem que trabalho e sucesso não
trazem a realização que tanto anseiam.
Percebem, que, no fundo, lhes falta o verdadeiro sentido para a vida. Procuram respostas, procuram paz, procuram realização. E procuram ali, onde aparentemente tudo é bonito e atraente.
Fogem da ´frente de sua própria casa´. Não suportam mais a si mesmos, a própria inquietação. O brilho das ´luzes´ que se oferecem nos ´postes´ da vida atrai. São os ´postes´ do prazer e da diversão, os ´postes´ do misticismo, da superstição e do espiritismo. Os livros de auto-ajuda tão procurados em nossos dias são uma prova autêntica desta procura. Na verdade todo o ser humano está à procura.

Há só uma saída!


O nosso raciocínio nos diz que só podemos achar as coisas lá onde nós as perdemos. Precisamos
procurar lá, onde fato a gente perdeu a ´chave´, não é mesmo? Isso nos é muito claro. Pois veja,  o lugar onde perdemos a vida, o sentido da vida, a razão de viver, a paz, a alegria e a realização é lá onde nos afastamos de Deus. Quando abdicamos de Deus e da sua Palavra acabamos procurando debaixo dos ´postes´ que se nos oferecem. Eles nos dão a sensação de que vale a pena procurar. Porém ali nunca encontraremos a ´chave´ da vida. É por isso que Jesus insistentemente nos chama a que nos arrependamos e voltemos a Ele. Sim, só em Jesus a procura terá um fim. Ele é a chave para a vida.

A chave está ao seu alcance


Há pessoas, que quando acham alguma coisa que não lhe pertence, dizem: "Dane-se, isso
agora é meu". Não foi o que Jesus fez. Ele veio a este mundo para dizer: "Eu tenho em mãos a ´chave´ da tua vida. Eu a procurei conquistando-a através da minha morte na cruz. Se você vier a mim e permitir que eu seja o Senhor em sua vida, eu lhe presentearei com muito mais do que você pode imaginar. Venha, volte-se a mim. Você perdeu a mim por isso está procurando inutilmente. Venha depressa, hoje eu preciso entrar em sua casa".
Amigo leitor. Você quer vida verdadeira? Silencie diante de Deus. Ore e fale sobre tudo isso com Jesus. Abra o seu coração e peça que Ele tome morada em sua vida. Faça da Sua Palavra, a Bíblia, o seu alimento diário. E você terá a vida que tanto procura.

sábado, 27 de março de 2010

O SUPREMO TRIBUNAL DE CONTAS DE DEUS


"O céu pagará qualquer prejuízo que possamos sofrer para ganhá-lo; mas
nada pode pagar o prejuízo de perdê-lo" Richard Baxter

“E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles. E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.”
Ap 20.11-12,15


Lembro-me de um fato marcante para mim e que ocorreu na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde tenho tido a oportunidade de ministrar o Evangelho há alguns anos e também onde me graduei em Medicina, antes de seguir os estudos no seminário teológico. Naquela tarde ainda na condição de acadêmico de Medicina estava conversando e evangelizando alguns colegas de turma. Num certo momento da conversa perguntei aos presentes: onde vocês irão passar a eternidade? Seguiu-se um silêncio fúnebre. De repente, uma das colegas, que era debochada e sabidamente hostil ao Evangelho, disse: - Eu vou é pro inferno!
Queridos(as), permitam-me refletir importantes princípios à luz das Escrituras Sagradas sobre o dia do juízo final e a eternidade da alma. Vivemos num mundo cada vez mais tenebroso onde multidões de pessoas caminham para o inferno sem perceberem! Habitamos num planeta onde multidões são incapazes de parar, mesmo que por um só instante, e refletir sobre suas próprias vidas e o seu relacionamento com Deus, o Criador. Mas, por que não enxergam a vida e a eternidade que se segue? Como o Senhor Deus, o autor da vida, os vê? A Bíblia mesmo responde a cerca desse estado de miopia espiritual dos incrédulos, pois “ ...o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da gloria de Cristo, que é a imagem de Deus.”( 2Co4.4). Pense nisso.
Aliás, o próprio Senhor Jesus afirma: “...e quem anda nas trevas não sabe para onde vai.” (Jo 12.35). De acordo com o dicionário aprendemos que miopia significa vista ou visão curta. Isso mesmo! O indivíduo míope é aquele que só enxerga aquilo que está perto, porém sua visão para longe está limitada e defeituosa. Na dimensão espiritual é a mesma coisa! A humanidade sem Cristo é míope também, pois só enxerga o aqui e agora. A enfermidade oriunda do pecado acomete a capacidade dos homens desse mundo de moldar sua cosmovisão à luz da eternidade. Logo, os míopes espirituais não se preocupam com seu futuro, nem tão pouco onde passarão a eternidade, pois o lema sutil e maligno que proclamam é: “Comamos e bebamos, pois amanhã morreremos.” (1 Co 15.32) Só Jesus Cristo pode restaurar a nossa visão espiritual e nos fazer enxergar a vida à luz da eternidade como Deus a vê. Aleluia!
Preste atenção nisso. Haverá um santo e glorioso dia onde os mortos terão uma audiência espiritual com o Excelentíssimo Senhor do Universo. Isso mesmo! A data e horário desse julgamento celestial só mesmo o Senhor conhece, pois todos serão julgados, sejam ricos ou pobres, grandes ou pequenos, famosos ou desconhecidos. Todos os mortos irão ressuscitar para o dia do julgamento final, onde comparecerão ao Supremo Tribunal de Contas(STC) de Deus e “...muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.”( Dn 12.2). Cada um será julgado segundo as anotações e obras de suas vidas que estão registrados em livros, conforme lemos no texto inicial.
Pergunto-lhe, pois então: o que você tem feito meu amigo(a) com a vida que Deus lhe deu? Você O conhece? Você tem consciência que aquilo que se semeia hoje, também será julgado por Ele naquele grande dia de prestação de contas no STC? Quais são as anotações registradas sobre sua vida que naquela grande audiência serão julgadas? Você tem uma vida coerente com os padrões morais e espirituais que Deus estabeleceu para o homem, obra de Suas mãos? Você tem certeza que o seu nome está escrito no mais importante dos livros, o Livro da Vida? Quem te dá essa certeza? Aprenda meu amigo(a), que “... o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo...” e “deu-lhe o poder de exercer o juízo, porque é o Filho do homem.”( Jo5.22,27). Por isso, quero lhe recomendar: arrependa-se dos seus pecados e entregue a sua vida ao Senhor Jesus Cristo, pois só Ele tem autoridade de escrever o seu nome no Livro da Vida. Faça isso, pois quero te encontrar no Céu. Aleluia! Ele espera por você! ‘’ Em Deus faremos proezas...’’
No amor de Cristo, Pastor M. Pricehttp://www.mprice.com.br

Missionário e médico. Presidente do Diretório Estadual no RJ e Conselheiro Nacional da Sociedade Bíblica do Brasil. Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil.
Contato: (21) 2529-2954 / mauricioprice@gmail.com

quinta-feira, 11 de março de 2010

Você é especial


Você pode não ter sido planejado por seus pais, mas foi planejado por Deus. Sua vida não é um acidente. Ela tem um propósito sublime. Deus não precisava ter criado você, mas escolheu criar você, para que você fosse o seu deleite. Deus amou você e se afeiçoou de você antes mesmo de criar os céus e a terra. Ele nunca desistiu de você e por isso, atraiu você com cordas de amor e conquistou o seu coração. Deus adotou você em sua família.
 Agora, você é filho e herdeiro de Deus. Você é ramo da Videira verdadeira, ovelha do rebanho de Deus, templo da habitação de Deus, membro do corpo de Cristo, menina dos olhos de Deus, a herança de Deus e sua delícia.


Deus criou você para que você o conhecesse, o amasse e nele se deleitasse. Glorificar a Deus e desfrutar da sua intimidade é o maior propósito da sua vida. A busca do ter, a procura pelo sucesso e a sede de satisfazer seus desejos não é o verdadeiro propósito da sua existência. Você foi criado à imagem e semelhança de Deus e somente Deus pode preencher o vazio do seu coração.
Coisas não satisfazem a sua alma. Ainda que você tivesse o mundo inteiro aos seus pés e pudesse tomar posse de todos os tesouros do mundo, sua alma ainda continuaria em extrema pobreza sem um relacionamento pessoal com Deus. Somente em Deus seu coração pode encontrar abrigo. Só nele você pode encontrar um porto seguro para a sua alma. Só nele há copiosa redenção. Adorar a Deus é a sua mais sublime vocação. Você foi criado para se deleitar em Deus.

Deus criou você também para que ele mesmo pudesse se deleitar em você. Você foi criado e remido para fazer Deus sorrir. Assim como o noivo se alegra com a sua noiva, assim o Senhor se alegra em você. Sua vida trás alegria para o coração de Deus quando você o ama sobre todas as coisas. Deus é digno de sua maior devoção.
Ele merece o seu amor mais profundo. Você deve amá-lo mais do que a família, o dinheiro, a saúde e os amigos. Deus se alegra em você quando você confia nele completamente. Sem fé é impossível agradar a Deus.
Ele tem prazer quando seus filhos crêem na sua palavra e se agarram em suas promessas fiéis. Deus tem prazer na sua vida quando você o obedece inteiramente. Devemos honrar a Deus não somente com nossas palavras, mas, sobretudo, com nossas vidas. Deus não busca adoração, mas adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Deus sorri quando você o louva continuamente e usa os dons que ele lhe deu para a edificação do Corpo de Cristo.

Deus concedeu-nos o sublime privilégio de sermos seus filhos por adoção e também por natureza. Nascemos do Espírito e somos co-participantes da natureza divina.
Além de servos do Deus Altíssimo, somos também seus amigos. Podemos ter íntima comunhão e livre acesso ao Deus soberano que governa os céus e a terra. Quando pecamos contra ele e desobedecemos a sua Palavra, seu perdão nos alcança e sua graça nos restaura. Quando nos sentimos fracos, ele nos fortalece. Quando caímos, ele nos levanta.
 Quando não temos mais forças para caminhar, ele nos carrega no colo. Ele é o nosso Pai, a fonte da nossa consolação, o nosso refúgio, a nossa alegria e a nossa maior recompensa. Devemos, portanto, nos gloriar não em nossa força, conhecimento, riqueza ou poder, mas em conhecer ao Senhor.
Conhecê-lo, amá-lo e viver para o seu inteiro agrado deve ser a grande bandeira da nossa vida. O povo que conhece a Deus é forte e ativo. Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor!

Hernandes Dias Lopes 
Pastor da Primeira Igreja Presbiteriana – Vitória/ES 

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Jesus está voltando - Você está preparado?

*

Por: Ismênia Noleto

Terremotos, fomes, pestes, doenças incuráveis, guerras, pais contra filhos e filhos contra pais, crimes hediondos e agora, a crise mundial que vem demolindo com força avassaladora a economia dos Estados Unidos, considerada a maior potência mundial. Conseqüentemente, o Brasil sofrerá danos e tal turbulência afetará a todos de forma considerável.

Diante dos fatos, não se pode negar e nem tampar os olhos para o inevitável: Jesus está voltando! E agora, está bem próximo o tempo da grande colheita! Nunca, em toda a história da humanidade, houve tanta calamidade acontecendo ao mesmo tempo. A natureza simplesmente está se revoltando com a crueldade do homem. Florestas são queimadas e devastadas e com o aquecimento global, calotas de gelo no Ártico têm derretido de forma assustadora. 

Embora cientistas e pesquisadores queiram explicar tais fenômenos com variadas hipóteses científicas, entre outras explicações para as catástrofes que têm ocorrido no mundo, nós cristãos, temos consciência que tudo o que está acontecendo, são sinais da vinda do Senhor Jesus e esse deve ser acima de tudo, um motivo de regozijo, pois nosso Redentor em breve chegará. Aqueles cristãos que se mantiveram fiéis ao Senhor, serão arrebatados, já aqueles que se desviaram dos seus caminhos, que nunca o aceitaram como salvador ou levaram um vida distante dos preceitos do Senhor, terão que suportar a dor de serem deixados para trás.

Ao pensar nisso, questionemo-nos: Será que estou dando o meu melhor para a obra de Deus? Será que estou plantando a semente da palavra de Deus àqueles que não conhecem o amor do Senhor ou temos cruzado nossos braços e enchido nosso coração de egoísmo? Será que estou procurando renunciar a minha vida de pecado ou continuo mergulhado em um mundo de hipocrisia? Será que tenho ajudado os meus irmãos em Cristo mais carentes ou tenho me enchido de orgulho pensando apenas no meu bem estar? Será que tenho procurado um tempo, no meio do corre-corre de nossa vida, para orarmos e lermos a palavra de Deus ou estou dando espaço demais na minha vida à MSN, Orkut ou televisão? Será que tenho aberto meu coração para perdoar aqueles que me magoaram e me ofenderam ou eu me tranco em um mundo de ressentimentos e amargura? Será que temos usado nossa língua para abençoar vidas ou para falar e julgar o nosso irmão?

Com certeza são muitas as nossas falhas. Somos negligentes e não temos levado a obra do Senhor com amor e compromisso e isso a começar em mim! Somos presunçosos e egoístas e na maioria das vezes, olhamos para o nosso próprio umbigo quando muitas pessoas ao nosso redor estão sedentas da palavra de Deus, da palavra da Salvação. Devemos acima de tudo, buscar a Deus e buscar em todas as horas, procurar o arrependimento e entregar-se a Cristo renunciando o que para trás fica. Somos falhos e pecamos a todo o momento, mas Deus é misericordioso e longânimo. As suas misericórdias não têm fim para com seus filhos.

Este é o momento de arrependimento, de quebrantamento. Nunca é tarde para buscar ao Senhor, para entregar seu coração e sua vida a Ele, para recomeçar sua vida do zero, para pedir a Deus restauração à sua vida, a seu lar, à sua família. Nunca é tarde para ser feliz e essa felicidade só encontramos nos caminhos do Senhor Jesus. Ele é o único capaz de proporcionar libertação, salvação e restauração. Permita-se ser restaurado pelo poder de Jesus, pela sua graça incomparável. Permita-se a uma vida de mais intimidade com o Senhor.

Estejamos preparados para naquele dia nos encontrarmos com o Senhor nos ares. Preparemo-nos para não sermos pegos desprevenidos. “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor.” (Mateus 24:42).

Visite o blog da autora: http://eutenhoamarcadecristo.blogspot.com/

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Respeito pela vida




Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste… —Salmo 139:14

No livro de Salmo 139 Davi descreve Deus formando o seu pequenino corpo na escuridão do ventre de sua mãe. Deus amava Davi mesmo antes de ele existir.
Deus planejou a pessoa que Davi seria, e Ele o trouxe à existência de acordo com Seu plano predeterminado. Neste salmo Davi usa a intrigante metáfora de um diário no qual Deus primeiro escreveu o Seu plano, e depois realizou-o através de Suas mãos, trabalhando dentro do ventre: “Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias…” (v.16).
Dizendo de outra maneira, Davi foi formado pelo amor de Seu Pai em uma pessoa ímpar. Ele veio do coração criativo de Deus e de Sua mão. O que era verdadeiro para Davi é verdadeiro para você. Você é especial — junto com todas as outras pessoas no mundo.
Sendo isto a verdade, devemos ser pró-vida no mais puro sentido da palavra. Devemos respeitar e valorizar toda a vida humana: os nascidos e os que ainda estão no ventre; crianças encantadoras e idosos já cansados; o executivo rico e o destituído financeiramente. Todas as pessoas são produções únicas do talento do nosso Criador. Com Davi, exclamemos: “Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste…” (v.14). 


Toda a vida é criada por Deus e tem o seu autógrafo.


Fonte: http://ministeriosrbc.org
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