terça-feira, 28 de julho de 2009

Uma doença muito pior do que a gripe suína



Desde que esta nova doença começou no México e logo se alastrou por todo o mundo, diariamente os noticiários relatam de novos casos de contaminação no Brasil e outros países. Já é possível ver-se pessoas usando máscaras com o objetivo de se proteger do contágio desta gripe. Em alguns lugares escolas são fechadas ou eventos públicos cancelados para evitar que ela se alastre. Até se aconselha a não viajar para países onde já há um índice maior de propagação. A indústria farmacêutica trabalha incessantemente na busca de uma vacina contra este mal, que alguns já denominam pandemia mundial. Como esta doença pode levar à morte, o homem tem medo e faz de tudo para não ser atingido, ou seja, ele toma providências para se livrar da mesma e não sofrer as conseqüências.


Mas há algo muito pior nesta terra do que a gripe A. Algo que desde o começo da humanidade vem sendo transmitido de ser humano para ser humano. Algo que nasce com a pessoa e já se manifesta nos primeiros meses de vida. Este algo é o pecado e tem conseqüências muito piores do que a gripe A. A Bíblia nos diz em Romanos 6,23a: “Porque o salário do pecado é a morte”. Esta morte não é somente a morte física, mas a morte espiritual, que separou o homem de Deus. E diariamente vemos os seus efeitos nos seres humanos. A violência e a criminalidade aumentam. Professores que não sabem mais o que fazer com seus alunos que partem para a violência. Pais, que na aflição de ajudar um filho dependente de drogas, não vêem outra solução do que acorrentá-lo numa cama. E o consumo de drogas aumenta assustadoramente! A falta de amor entre as pessoas leva ao descaso umas pelas outras. Com o fim da estrutura familiar, crianças e jovens perdem a referência e ficam abandonados. Busca-se o melhor para si em detrimento do próximo. O egoísmo se alastra em nossa sociedade.


Qual é a saída? Será que o ser humano tem como se livrar do pecado e suas conseqüências? Há alguma força dentro do ser humano que pode mudar esta situação? Não. O homem já provou através dos séculos que ele não é capaz de vencer o pecado. Assim Deus, em Seu grande amor, nos apresenta o caminho para a verdadeira solução através de Seu filho Jesus Cristo. E Ele afirma em João 3,16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. Claramente Deus nos mostra que há uma saída. Sim, há a possibilidade de nós não sermos dominados pelo pecado. Jesus, através de Sua morte na cruz, venceu o pecado. O problema consiste em que nós não aceitamos a solução que Deus nos apresenta. Agimos como uma pessoa que é aconselhada, pelo seu médico, a tomar certo remédio para ser curado mas “ignora” o conselho e por fim chega a morrer!


Hoje quando ouvires a Sua voz (o convite) não endureça teu coração... Aceita a saída que Deus te propõe! “... mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” (Romanos 6.23b). Reconheça que lutaste para mudar esta situação, da presença do pecado em tua vida, mas que não tens conseguido vencer. Se estás nesta situação, Jesus quer transformar tua vida. Ele quer dar-te uma nova vida. Uma vida da qual não te arrependerás!

Markus Steiger

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Jesus pode me ajudar?



Você sabia que és a obra prima da criação?

Você não é apenas mais uma pessoa entre 6,5 bilhões no mundo todo, você é especial, suas particularidades te fazem um ser único,
DEUS sonhou com você assim!
Então você pode se perguntar: "Mas se sou tão especial assim para DEUS, porque sofro?
Desde o princípio
DEUS quis que a humanidade vivesse em paz e harmonia com seu Criador, portanto, por toda a vida a humanidade deveria ser feliz. Mas desde o princípio o ser humano tem se afastado de DEUS por conta de suas vontades e ambições, e só tem conquistado tropeços após tropeços na busca da felicidade. Nada pode completar o espaço que há no seu coração a não ser aquele a quem DEUS enviou para proclamar seu grande amor, a saber, seu filho JESUS CRISTO.

O desejo de
DEUS, dos anjos no céu, e meu desejo é que você tome a decisão de aceitar a JESUS como seu único e suficiente salvador, mas nem por isso gostaria que você fizesse isso só por emoção ou por interesse; deve ser por amor.

Aceitar a
JESUS implica em morte! Isso mesmo, morte do velho homem pela redenção de uma nova criatura, não mais o que foi, agora um novo caminho, um novo alvo, muito além do que podemos pensar ou imaginar.

Aceitar a
JESUS implica em negar todo o seu comportamento pecaminoso e viver pela fé em JESUS CRISTO na graça de DEUS Pai.

Mas, o que te impede de mudar agora? O que te impede de aceitar a
JESUS agora em sua vida?
Será que o que
JESUS fez por você não está de bom tamanho? Precisa de motivos maiores?

Diga-me antes a razão da sua vida, qual o sentido de viver? Se não puder responder isso, não poderá questionar o porque de aceitar a
JESUS.

Quero aceitar a JESUS, o que devo fazer?

O que fazer:
1) Reconheça seu estado (Sou um pecador e dependente de DEUS);
2) Disponha-se a abandonar seus pecados (Arrependimento);
3) Creia que JESUS morreu na cruz por você, para te salvar, e que ao terceiro dia ressuscitou (Fé);
4) Em oração, confesse o Senhorio de JESUS e peça à Ele que tome o controle de sua vida através do Espírito Santo (Compromisso).

Tome essa oração como exemplo:
Senhor JESUS, quero te pedir perdão por todos os meus pecados e por nunca ter dado ouvido a Sua tão doce voz. Sei que agi errado todo esse tempo e Te peço que de hoje em diante tome a direção de minha vida. Mostre-me onde devo melhorar e como agir para sempre. Assim eu te peço e te agradeço, em Seu nome, JESUS. Amém!

... Ele nos amou primeiro (I João 4:19b)


Para mais informações e ajuda, Clique Aqui.
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terça-feira, 30 de junho de 2009

Sou viciado em cocaína



DRAMA DE UM APAIXONADO

"Quando a conheci tinha 16 anos. ELA, eu não sei. Fomos apresentados numa festa por um carinha que se dizia meu amigo. Foi amor à primeira vista.

ELA me enlouquecia. Nosso amor chegou a um ponto que já não conseguia mais viver sem ELA.

Mas era um amor proibido.

Meus pais não aceitaram. Fui repreendido na escola e passamos até a nos encontrar escondido, mas aí não deu mais. Fiquei louco. Eu a queria mas não a tinha. Eu não podia permitir que me afastassem DELA. Eu a AMAVA.

Bati com o carro. Quebrei tudo dentro de casa e quase matei minha irmã. Estava louco. Precisava DELA. Hoje tenho 39 anos, estou abandonado pelos meus pais, amigos e por ELA.


Seu nome? COCAÍNA!


Devo tudo a ELA! Meu amor... Minha vida... Minha destruição... Minha MORTE".


Freddie Mercury - Falecido Líder da banda de rock Queen
Transcrição: José Eduardo.

terça-feira, 16 de junho de 2009

A arte de não pedir desculpas

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Em um programa televisivo de entrevistas, o presidente norte-americano Barack Obama referiu-se ao seu desempenho em determinado esporte como sendo um resultado digno de atletas especiais. Ao final do programa, percebendo que fora ofensivo, telefonou para um dirigente de esportes para pessoas portadores de deficiências e pediu desculpas. O dirigente achou apropriado o pedido e o aceitou.

Como "palavra de rei não volta atrás", o gesto de Obama foi considerado muito especial, por sua raridade. Não é mesmo comum que uma pessoa em sua posição peça desculpas. Não sei também se, de fato, no íntimo, o presidente ficou constrangido, ou se quis apenas evitar o constrangimento da censura do "politicamente correto". Talvez ele volte a dizer o mesmo numa mesa de restaurante entre amigos.

Desculpar é tirar a culpa de alguém. Desculpar-se é pedir a alguém que lhe tire a culpa. Há muitas maneiras de pedir desculpas, a mais difícil é: "Desculpe o meu erro. Espero não fazer isso de novo". Acho fraco o verbo desculpar; prefiro o perdão: "Perdoe-me pelo mal que meu erro lhe causou". É frase para poucos, só mesmo para os bem-aventurados. Os demais tendem a esboçar palavras de desculpas, que, muitas vezes, pioram as coisas.

Agora, para ajudar a quem apenas quer parecer que pediu desculpas, eis algumas frases que podem ajudar:
- Não acho que tenha errado, mas lamento muito que a minha atitude lhe tenha trazido algum dano.
- Não tive a intenção de ofender você, mas, mesmo assim, peço desculpas pelo transtorno que involuntariamente causei.
- A sua atitude não me deixou alternativa, senão reagir desse modo. Lamento muito.
- Peço desculpas não pelo que fiz, mas pela forma que fiz; como vocês sabem, eu estava sob intensa pressão e me excedi.
- Não era essa a minha intenção, mas, se magoei você, queira me desculpar.
- Errei, mas, no meu lugar, qualquer um erraria. Desculpe.
- Desculpe, mas você sabe que eu sou assim.

A lista pode ser interminável, porque, em matéria de auto-engano, não há quem supere o ser humano. Todas essas desculpas se resumem a uma frase que não foi dita: "Na verdade, a culpa é sua". O que essas frases, na verdade, pretenderam dizer foi:
- Se eu não errei, mas você se ofendeu, a culpa é sua por ser assim tão sensível e sofrer sem necessidade.
- Se eu não tive a intenção, você deveria se colocar no meu lugar e ver minha boa intenção.
- Se você me forçou a agir como agi, você é quem me deve pedir desculpas.
- Se errei apenas na forma, é porque eu estava certo no essencial e você não prestou atenção.
- Se magoei você e você não deveria ficar magoado, você é quem me deve desculpas, por me fazer sentir tão mal.
- Se errei, como qualquer um erraria, não sou pior que ninguém.
- Se minha natureza falou mais alto e explodi, você deveria ser mais compreensivo e menos exigente comigo.

O que fazer diante de pessoas capazes de nos atacar triplamente - nos ofendem, nos culpam e nos fazem a sentir mal por sermos tão cruéis? Manter distância. A distância deve suceder um esforço de diálogo pedagógico, no afã de mostrar a impropriedade ofensiva dos falsos pedidos de desculpas. A distância deve ser acompanhada da observação participante e mesmo da expectativa honesta de que haverá mudança. No entanto, para alguns, isso não é cristianismo sincero.

O perdão é a atitude correta a se tomar quando cometemos um erro. "Perdoe-me" são as palavras certas a se dizer. Perdoar é mais que desculpar, vai além de tirar a culpa de alguém. Quando perdoamos alguém, tiramos a culpa da pessoa e a assumimos para nós, com o compromisso de não mais nos lembrarmos do ocorrido.

O sacrifício de Jesus na cruz foi a maior prova de amor que qualquer pessoa poderia receber. Através da morte de seu único filho, Deus nos concedeu perdão por todos os nossos pecados. Ao aceitarmos esse sacrifício, com sincero arrependimento por nossas iniqüidades, Deus nos concede perdão e apaga de sua memória nossas faltas para sempre. Somos desafiados a fazer o mesmo em nossos relacionamentos.

Israel Belo de Azevedo

quarta-feira, 10 de junho de 2009

VOCÊ É FELIZ ?


Todos querem ser felizes. A felicidade é uma necessidade básica do coração humano. Contudo, bem poucos parecem encontrá-la. Este á o grande problema da raça humana. E para ele cada um tem a sua solução.
Dinheiro? Educação? Cultura? Desenvolvimento Social? Você sabe que nada disso pode fazer alguém realmente feliz.

QUE É, ENTÃO, FELICIDADE?
Felicidade á um estado de alma. Homem feliz é aquele que tem paz de espírito e um coração confiante. E isto não vem de coisas materiais. Se você está procurando felicidade aí, terá enorme decepção.
Se você puder achar o segredo da paz de espírito e de um coração confiante, então encontrará o segredo da felicidade. Mas antes é preciso descobrir o obstáculo que nos impede de alcançar isto.
Você não vai gostar desta palavra, mas esse obstáculo se chama PECADO. Quer você goste, quer não, PECADO é a pedra no nosso caminho para a felicidade. Se você não quiser encarar o pecado, nunca será feliz, pois só poderemos escapar do pecado se o encararmos e tomarmos uma atitude.

O PECADO enfraquece a sua força de vontade.
O PECADO obscurece a sua consciência.
O PECADO faz levar uma vida dupla e assim você se torna escravo de si mesmo.
O PECADO corrompe toda a sua personalidade.
O PECADO lhe traz, finalmente, a morte.
Geralmente só pensamos em pecado como bebida, jogo, desonestidade, blasfêmia, assassinato, e assim por diante. claro que tudo isso é pecado, mas o pecado de que estou falando é mais que isso.

QUE É PECADO?
Pecado é você não alcançar o padrão de vida que Deus estabeleceu para o homem.
Pecado é a transgressão da lei de Deus.
Pecado é você não fazer o bem que sabe que deveria fazer.
Pecado é o próprio fato de você ignorar o padrão de vida planejado por Deus para o homem.
Agora leia com atenção: o pecado é primeiro um pensamento. Depois se torna um fato, quando o pensamento se transforma em ação. Qualquer pensamento, ação, ambição ou tipo de vida contrário à Biblia, é pecado. Pense honestamente na sua vida: suas relações com os amigos — eles confiam em você? Seus negócios - você é honesto? Sua vida diária, sua atitude para com os seus queridos, seus pensamentos a respeito dos outros — como anda tudo isso? Você pode dizer realmente que não tem pecado?

Você poderá achar difícil dar resposta, mas concordará comigo em que não podemos dizer que não há pecado em nós. Seria apenas nos enganarmos a nós mesmos. Todos, sem exceção, têm pecado e não conseguem alcançar o padrão de vida estabelecido por Deus. E esse padrão é a base da felicidade.

A Bíblia diz: “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23). Este é o resultado do pecado. Portanto, se pudermos achar uma solução para o pecado, estaremos na pista da felicidade. Esta solução será A INSTRUÇÃO? A DISCIPLINA MORAL? A NEGAÇÃO DE SI MESMO? A REFORMA SOCIAL? Não! Tudo isso é bom, mas não é a solução. A solução é Jesus Cristo. Ele resolveu o problema do pecado ao morrer na cruz em nosso lugar.
Jesus Cristo é o ÚNICO que pode vencer o pecado humano. Ele pode perdoar o seu pecado. E Ele o quer. E convida você a abrir-lhe agora mesmo o seu coração.

A SUA PARTE
Agora é a sua vez de fazer alguma coisa. Arrependa-se dos seus pecados! Arrepender-se quer dizer “não querer mais o pecado”. Nenhum pecado mesmo! Mas arrependimento não é uma coisa fácil. Contudo, não há felicidade maior, nem maior alegria, do que ser transformado em conseqüência dum verdadeiro arrependimento! Eu o sei por experiência própria. A sua vida se tornará nova. Seu espírito encontrará paz. Seu coração se encherá de alegria e esperança. E assim você será feliz. Quer arrepender-se? Então, faça-o agora!

Resta ainda uma coisa a fazer, aliás, a mais importante! receber o Senhor Jesus Cristo como SEU SALVADOR PESSOAL E SENHOR DA SUA VIDA. Jesus Cristo está esperando fora do seu coração e entrará em sua vida quando você, sinceramente, o aceitar como Salvador. Ouça o que Ele diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28); “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida” (João 14:6); “Se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (II Coríntios 5:17). “Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem,” (I Timóteo 2:5)

Como aceitar a Jesus Cristo? - Simplesmente pela fé e confiança! A Bíblia diz: “Crê no Senhor Jesus, e serás salvo” (Atos 16:31). Tudo para a sua felicidade já está pronto em Cristo. Agora é só você recebê-lo como uma dádiva de Deus. Quer aceitá-lo agora como seu Salvador pessoal, e assim encontrar a felicidade? Ou irá rejeitá-lo e preferir continuar como está? verdade que você tem completa liberdade de escolha. SÓ QUE DEPOIS NÃO PODERÁ MUDAR O RESULTADO DA ESCOLHA FEITA. Cuidado, pois!

VOCÊ É FELIZ?
Creia no Senhor Jesus Cristo, primeiro. Depois você será capaz de responder confiantemente. Esta é a melhor ocasião para você refletir sobre o que acabou de ler e fazer a decisão certa!

Fonte: http://www.webservos.com.br/gospel/folhetos

sábado, 30 de maio de 2009

6 MARAVILHAS DO CÉU


Muitos se interessam pelo céu porque têm pessoas queridas lá. Certa menina tinha que passar perto de um cemitério quando ia para casa. Um dia um amigo disse a ela “você não tem medo de passar pelo cemitério?” Ela respondeu, “não, minha casa é depois disso”. Por isso um cristão não teme a morte. Seu lar celestial é além da morte. Pensemos sobre algumas maravilhas desse lugar chamado céu.

1. A MARAVILHA DA REALIDADE

João, o evangelista, escreveu: “Vi um novo céu, e uma nova terra... E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu... e ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus.” Apocalipse 21.1-3
Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estava diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas e com palmas em suas mãos. E clamavam com grande voz dizendo: Salvação ao nosso Deus que está assentado no trono, e ao Cordeiro.” Apocalipse 7.9-10

2. A MARAVILHA DAS COISAS QUE NÃO EXISTEM NO CÉU

E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.” Apocalipse 21.4 No céu não existirá pecado e lá também não existirá noite. Não existirão favelas, nem clubes, nem hospitais ou cadeias. As ruas serão feitas de ouro. As casas são mansões e nada envelhecerá. O céu se alegra em ter Jesus como seu Rei, anjos como seus guardas, santos como seus cidadãos.

3. A MARAVILHA DA ALEGRIA E DA PUREZA DO CÉU

E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada. E as nações dos salvos andarão à sua luz... e não entrará nela coisa alguma que contamine e cometa abominação e mentira; mas só os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.” Apocalipse 21.23,24 e 27

4. A MARAVILHA DE O CÉU SER O LAR ETERNO PARA O POVO DE DEUS

Jesus disse: “Não se turbe o vosso coração... Na casa de meu Pai há muitas moradas... Vou preparar-vos lugar... virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.” João 14.1-3
A palavra LAR acelera o pulso, aquece o coração, mexe com a memória e faz o idoso sentir-se jovem outra vez. O céu é o nosso lar e, também, a nossa herança comprada pelo precioso sangue de Jesus. É um lar incorruptível e imaculado que nunca passará. Isso está reservado para nós no céu.

5. A MARAVILHA DE QUE O CÉU ESTÁ INTERESSADO NESTE POBRE MUNDO PERDIDO

O céu está tão interessado neste mundo que Jesus, o seu Rei, veio a terra para se tornar o Cordeiro de Deus, levando o pecado do homem em seu próprio corpo na cruz do Calvário. No Calvário você vê o pecado do homem da pior forma e o amor de Deus de maneira plena. No Calvário o Filho de Deus morreu para que os filhos dos homens pudessem ter Vida Eterna.
Parte da alegria do céu consiste na salvação de pecadores. Leia Lucas 15.1-32. Os anjos quando vêem aqueles que se perderam neste mundo retornando para casa, cantam de alegria. Jesus chama os seus amigos e diz: “Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.” Lucas 15.6

6. A MARAVILHA DE QUE VOCÊ PODE IR AO CÉU

Centenas de promessas da Bíblia são convites para que você “VENHA” ao céu. Eis a última: “Vem. E quem ouve, diga Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.” Apocalipse 22.17
Você pode perguntar, “Como eu posso entrar no céu?” A Bíblia mostra só um caminho em João 14.6 “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao pai, senão por mim.”
Simplesmente abandone os seus pecados e coloque a sua confiança no Senhor Jesus Cristo como seu Salvador pessoal. Leia o capítulo 3 do Evangelho de João.

CONVITE

Se você quer conhecer a Jesus Cristo como o seu Único e Suficiente Salvador, envie o seu nome e endereço para o endereço abaixo, e eles lhe enviarão um exemplar gratuito do livreto: “PERDÃO, CERTEZA E PAZ”.

Agência Missionária Interlink
Caixa Postal 8005
CEP 12216-971 - São José dos Campos – SP
Ou envie um e-mail para: pedidos@interlink.org.br

domingo, 24 de maio de 2009

Jesus: único, incomparável, maravilhoso – em Seu amor



Lemos em 1 João 3.16 sobre Jesus Cristo: "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós..." A morte de Jesus na cruz do Calvário é a prova do eterno, imutável e inescrutável amor de Deus por um mundo perdido – por cada um de nós! O sangue derramado de Jesus é a garantia do amor de Deus para com as pessoas sobrecarregadas de culpa e distantes dEle: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5.8).

“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.8). Na foto: o Calvário em Jerusalém.

Jesus, como Filho de Deus, era o único que podia morrer pelos pecados da humanidade. Ele o fez também por você! Em todas as outras religiões procuramos em vão por algo que seja comparável à morte de Jesus por nós. O Senhor é amor em Si mesmo; amor é uma característica do Seu ser. Por isso Ele não pode separar-se do Seu amor. Esse amor começou quando Deus começou – e Ele não tem começo nem fim. Alguém o formulou desta maneira: "Deus é o que é, principalmente por Seu amor." E Friedrich Bodelschwingh cunhou a frase: "Por esta terra não passa ninguém que não seja amado por Deus." O próprio Senhor diz: "Com amor eterno eu te amei" (Jeremias 31.3). Portanto, não há uma só pessoa vivendo sobre a face da terra que não seja amada por Deus.

Deus ama a cada pessoa da mesma maneira. Isso significa que Ele não ama a ninguém mais do que a outro. Agostinho definiu esse amor de Deus de maneira muito apropriada: "Deus ama tanto a cada um de nós como se não existisse ninguém mais a quem Ele pudesse dar Seu amor."

Jamais alguém poderá apresentar-se diante de Deus e afirmar que não foi amado por Ele. Estou profundamente convicto de que, quando os perdidos chegarem diante do trono de Deus e virem o Cordeiro de Deus, ficarão perplexos por não terem aceitado o amor que Jesus lhes ofereceu. Se existisse apenas um único pecador perdido nesta terra, Deus em Seu amor ilimitado teria feito por ele o que fez por todas as pessoas do mundo, através de Jesus Cristo.

É justamente isso que o Senhor Jesus quer expressar com a parábola da ovelha perdida: "Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que, assim haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento" (Lucas 15.4-7).

Martinho Lutero, com sua linguagem forte, descreveu certa vez o amor de Deus com as seguintes palavras: "Deus é um forno ardente, tão cheio de amor que todo o céu e toda a terra estão envolvidos pelo seu calor."


Fonte: http://www.ajesus.com.br

sexta-feira, 15 de maio de 2009

CIENTISTAS FAMOSOS QUE CRIAM EM DEUS

Albert Einstein


1. Nicolau Copérnico (1473-1543)

Copérnico foi o astrônomo polonês que propôs o primeiro sistema de planetas, matematicamente baseado ao redor do Sol. Ele lecionou em várias universidades européias, e tornou-se um cônego da igreja Católica em 1497. Seu novo sistema foi apresentado realmente pela primeira vez nos jardins do Vaticano, em 1533, ao Papa Clemente VII, que o aprovou, e Copérnico foi encorajado a publicá-lo sem demoras. Copérnico nunca esteve sob qualquer ameaça de perseguição religiosa - e ele foi encorajado a publicar a sua obra tanto pelo Bispo Católico Guise, como também pelo Cardeal Schonberg e pelo Professor Protestante George Rheticus. Copérnico se referia às vezes a Deus em suas obras, e não via seu sistema como em conflito com a Bíblia.

2. Johannes Kepler (1571-1630)
Kepler foi um brilhante matemático e astrônomo. Ele primeiramente trabalhou com a luz, e estabeleceu as leis do movimento planetário em torno do sol. Ele também chegou perto de atingir o conceito newtoniano da gravidade universal - bem antes de Newton nascer! Sua introdução da idéia de força na astronomia, a mudou radicalmente numa direção moderna. Kepler era um luterano extremamente sincero e piedoso, cujas obras sobre a astronomia continham escritos sobre como o espaço e os corpos celestiais representam a Trindade. Kleper não sofreu perseguição por causa de sua aberta confissão de um sistema heliocêntrico, e, deveras, foi lhe permitido, mesmo sendo um protestante, permanecer na Universidade Católica de Graz como um professor (1595-1600), quando outros protestantes tinham sido expulsos!

3. Galileu Galilei (1564-1642)
Galileu é freqüentemente lembrado por seu conflito com a Igreja Católica Romana. Sua obra controversa sobre o sistema solar foi publicada em 1663. Ela não tinha provas de um sistema solar heliocêntrico (as descobertas do telescópio de Galileu não indicavam uma terra em movimento), e sua única "prova", baseada sobre as marés, era inválida. Ela ignorou as órbitas elípticas corretas dos planetas, publicadas vinte e cinco anos atrás por Kepler. Visto que sua obra acabou colocando o argumento favorito do Papa na boca do tolo no diálogo, o Papa (um velho amigo de Galileu) ficou muito ofendido. Após o "teste" e, tendo sido proibido de ensinar o sistema heliocêntrico, Galileu fez sua obra teórica mais útil, que foi sobre dinâmica. Galileu disse expressamente que a Bíblia não podia errar, ele viu seu sistema relacionado ao assunto de como a Bíblia deve ser interpretada.

4. René Descartes (1596-1650)
Descartes foi um matemático, cientista e filósofo francês, que tem sido chamado o "Pai da Filosofia Moderna". Seus estudos escolares fizeram com que ele ficasse insatisfeito com a filosofia precedente: Ele tinha uma profunda fé religiosa como um católico, que ele reteve até o dia de sua morte, junto com o desejo resoluto e apaixonado de descobrir a verdade. Aos 24 anos de idade teve um sonho, e sentiu o chamado vocacional para buscar trazer o conhecimento num único sistema de pensamento. Seu sistema começou perguntando o que pode ser conhecido, se tudo o mais for duvidoso - sugerindo o famoso "Penso, logo existo". Realmente, é freqüentemente esquecido que o próximo passo para Descartes foi estabelecer a mais próxima certeza da existência de Deus - porque somente se Deus existe e não queira que sejamos enganados pelas nossas experiências, podemos confiar em nossos sentidos e processos lógicos de pensamento. Deus é, portanto, central em toda a sua filosofia. O que ele realmente queria era ver sua filosofia adotada como padrão do ensino católico. René Descartes e Francis Bacon (1561-1626) são geralmente considerados como as figuras chaves no desenvolvimento da metodologia científica. Ambos tinham sistemas nos quais Deus era importante, e ambos pareciam mais devotos do que o normal para a sua era.

5. Isaac Newton (1642-1727)
Na Ótica, Mecânica e Matemática, Newton foi uma figura de gênio e inovação indisputável. Em toda sua ciência (incluindo a Química), ele viu a Matemática e os números como centrais. O que é menos conhecido é que ele foi devotamente religioso e via os números como envolvidos no entendimento do plano de Deus, na Bíblia, para a História. Ele produziu uma grande quantia de trabalho sobre numerologia bíblica, e, embora alguns aspectos de suas crenças não fossem ortodoxos, ele estimava a Teologia como muito importante. Em seu Sistema de Física, Deus é essencial para a natureza e a perfeição do espaço. Em Principia ele declarou: "Este magnífico sistema do Sol, planetas e cometas, poderia proceder somente do conselho e domínio de um Ser inteligente e poderoso. E, se as estrelas fixas são os centros de outros sistemas similares, estes, sendo formados pelo mesmo conselho sábio, devem estar todos sujeitos ao domínio de Alguém; especialmente visto que a luz das estrelas fixas é da mesma natureza que a luz do Sol e que a luz passa de cada sistema para todos os outros sistemas: e para que os sistemas das estrelas fixas não caiam, devido à sua gravidade, uns sobre os outros, Ele colocou esses sistemas a imensas distâncias entre si."

6. Robert Boyle (1791-1867)
Um dos fundadores e um dos primeiros membros-chaves da Sociedade Real, Boyle deu seu nome à "Lei de Boyle" para os gases, e também escreveu uma obra importante sobre Química. A Enciclopédia Britânica diz dele: "Por sua vontade ele doou uma série de leituras, ou sermões, que ainda continuam, para defender a religião cristã contra os infiéis notórios... Como um Protestante devoto, Boyle teve um interesse especial na promoção da religião cristã no exterior, dando dinheiro para traduzir e publicar o Novo Testamento para o irlandês e turco. Em 1690, ele desenvolveu suas visões teológicas no The Christian Virtuoso (O Cristão Virtuoso), que ele escreveu para mostrar que o estudo da natureza era um dever religioso central". Boyle escreveu contra os ateus em seus dias (a noção de que o ateísmo é uma invenção moderna é um mito), e foi claramente um cristão muito mais devoto do que a maioria em sua época.

7. Michael Faraday (1791-1867)
O filho de um ferreiro que se tornou um dos maiores cientistas do século XIX. Sua obra sobre a eletricidade e magnetismo não somente revolucionou a Física, mas conduziu a muitas coisas que fazem parte do nosso estilo de vida hoje, as quais dependem dela (incluindo computadores, linhas de telefone e web sites). Faraday foi um cristão devoto, membro do Sandemanianismo [Nota do tradutor: seita cristã fundada em aproximadamente 1730, na Escócia, por John Glas (1695-1773), um ministro presbiteriano da Igreja da Escócia, juntamente com o seu genro, Robert Sanderman, de quem é derivado o nome da seita], o que significativamente o influenciou e fortemente afetou a maneira na qual ele se aproximou e interpretou a natureza. Os sandemanianos se originaram dos presbiterianos que rejeitaram a idéia de igrejas estatais, e tentaram voltar ao tipo de cristianismo do Novo Testamento.

8. Gregor Mendel (1822-1884)
Mendel foi o primeiro a lançar os fundamentos matemáticos da genética, o qual veio a ser chamado "Mendelianismo". Ele começou sua pesquisa em 1856 (três anos antes de Darwin publicou seu "Origens das Espécies") no jardim do Monastério no qual ele era um monge. Mendel foi eleito Abade de seu Monastério em 1868. Sua obra permaneceu comparativamente desconhecida até a virada do século, quando uma nova geração de botânicos começou a achar resultados similares e a "redescobri-lo" (embora suas idéias não fossem idênticas às dele). Um ponto interessante é que 1860 foi a década da formação do X-Clube, dedicado à diminuição das influências religiosas e propagação de uma imagem de "conflito" entre ciência e religião. Um simpatizante foi Francis Galton, primo de Darwin, cujo interesse científico estava na genética (um proponente da eugenia - aperfeiçoamento da raça humana para "melhorar" o estoque). Ele estava escrevendo sobre como a "mente sacerdotal" não era propícia à ciência, enquanto que, quase ao mesmo tempo, um monge australiano estava dando um santo inovador na genética. A redescoberta da obra de Mendel veio tarde demais para afetar a contribuição de Galton.

9. Kelvin (William Thompson) (1824-1907)
Kelvin foi o primeiro dentre um pequeno grupo de cientistas britânicos que ajudaram a lançar os fundamentos da Física moderna. Sua obra cobriu várias áreas da Física, e é dito ele ter mais cartas com o seu nome do que qualquer outra pessoa na Comunidade Britânica, visto que ele recebeu numerosos graus de honorários das Universidades Européias, que reconheceram o valor de sua obra. Ele foi um cristão muito comprometido, certamente mais religioso que a maioria de sua época. Interessantemente, seus companheiros físicos, George Gabriel Stokes (1819-1903) e James Clerk Maxwell (1831-1879), foram também homens de profundo comprometimento cristão, numa era quando muitos eram cristãos nominais e apáticos ou simplesmente anticristãos. A Enciclopédia Britânica diz: "Maxwell é considerado, por muitos dos físicos modernos, como o cientista do século XIX que teve a maior influência sobre os físicos do século XX; ele é posto ao lado de Sir Isaac Newton e Albert Einstein, por causa da natureza fundamental de suas contribuições". Lord Kelvin foi um criacionista da Terra antiga, que estimava a idade da Terra como sendo algo entre 20 milhões e 100 milhões de anos, com um limite máximo de 500 milhões, baseado nas taxas refrescantes.

10. Max Planck (1858-1947)
Planck fez muitas contribuições para a Física, mas é mais conhecido pela teoria quantum, a qual tem revolucionado nosso entendimento dos mundos atômicos e subatômicos. Em sua palestra "Religião e Ciência Natural", Planck expressou a visão de que Deus está presente em todos os lugares, e sustentou que "a santidade da Deidade inteligível é transmitida pela santidade de símbolos". Os ateus, ele pensava, dão muita atenção ao que são meramente símbolos. Planck foi um representante da igreja de 1920 até a sua morte, e cria num Deus Todo-poderoso, onisciente e beneficente (embora não necessariamente um Deus pessoal). Tanto a ciência como a religião travaram uma "incansável batalha contra o ceticismo e dogmatismo, contra a incredulidade e a superstição", com o objetivo "direcionado para Deus!"

11. Albert Einstein (1879-1955)
Einstein é provavelmente o cientista mais conhecido e mais altamente reverenciado do século XX, e está associado com as maiores revoluções em nosso pensamento sobre tempo, gravidade e a conversão de matéria em energia (E=mc2). Embora nunca tenha chegado a crer num Deus pessoal, ele reconheceu a impossibilidade de um universo não-criado. A Enciclopédia Britânica diz dele: "Firmemente negando o ateísmo, Einstein expressou uma crença no 'Deus de Espinoza, que se revela na harmonia do que existe'". Isso realmente motivou seu interesse na ciência, como ele certa vez afirmou a um jovem físico: "Eu não sei como Deus criou este mundo, eu não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele elemento. Eu quero conhecer os Seus pensamentos, o resto são detalhes". O famoso epíteto de Einsten sobre o "princípio da incerteza" era que "Deus não joga dados" - e para ele essa foi uma real declaração sobre um Deus em quem ele cria. Uma das suas afirmações famosas é: "Ciência sem religião é coxa; religião sem ciência é cega".

Richard L. Deem
Tradução livre: Felipe Sabino de Araújo Neto

sexta-feira, 8 de maio de 2009

QUASE


Há muitas coisas na vida
das quais se pode dizer que quando estão QUASE feitas não estão feitas de modo algum. Um VIAJANTE chega ao cais QUASE à hora – quer dizer que não chegou a tempo de apanhar o barco. Um JOVEM QUASE PASSOU num exame – quer dizer que não passou. Pergunte ao público que sai de um concerto o que pensa de um ARTISTA que cantou QUASE BEM: eles responderão sem exitar: Ele canta completamente mal. Um GENERAL que QUASE GANHOU uma batalha – perdeu-a; um JOGADOR que QUASE GANHOU uma partida de cartas – perdeu-a.


QUASE é a confissão da derrota – com a esperança da vitória conservada até ao fim. Quando se trata das circunstâncias ordinárias da vida, o mal é muitas vezes reparável: o viajante atrasado pode tomar o barco seguinte; uma voz desagradável pode melhorar e tornar-se encantadora; o general e o jogador infelizes podem esperar que a sorte mude. Mas há ocasiões em que o QUASE é irreparável. É que – nas questões de vida ou morte – não há QUASE: há só duas categorias – os que ficam vivos e os que ficam mortos; após um naufrágio, um BARCO SALVA-VIDAS vem em socorro dos infelizes que perecem; chega QUASE a tempo – portanto, não salva ninguém. Um CIRURGIÃO faz uma operação perigosa; no dia seguinte anuncia-se o falecimento do operado. A intervenção cirúrgica QUASE TEVE ÊXITO, isto é: falhou totalmente.

Em 5 de Setembro de 1870, onze pessoas saíam de Chamonix para escalar o Monte Branco. No dia seguinte, depois de terem deixado o cume, foram envolvidas por turbilhões de neve e perderam o caminho. Extraviadas e rodeadas de glaciares, cegas pelo temporal, transidas de frio, ilhadas por causa de gigantescas fendas no gelo, em vão procuravam reencontrar o caminho. Chegou a noite. Vencidas pela fadiga e pelo frio, refugiaram-se numa caverna de neve, onde morreram uma após outra. Alguns dias mais tarde, encontraram-se os cadáveres, e ao mesmo tempo constatou-se que se os alpinistas tivessem andado MAIS CINCO PASSOS, TERIAM REENCONTRADO O SEU CAMINHO.

Estar TÃO PERTO DA SALVAÇÃO e não o saber... estar TÃO PERTO DA VIDA e MORRER... não lhes faltava QUASE NADA para atingirem o bom caminho, e, contudo, este QUASE NADA era tudo.

Pode ser que não vos falte QUASE NADA para serdes salvos – QUASE NADA para serdes filhos de Deus. Mas este QUASE NADA é o intervalo entre vós e a salvação: é a diferença que há entre o DESEJO de ser salvo e o FATO de o ser, entre as BOAS DISPOSIÇÕES e a ACEITAÇÃO da salvação – são os “cinco passos” que têm sempre separado as “onze vítimas” do seu “caminho”; este QUASE NADA é a ponte que é preciso atravessar para atingir a vida.

Ora esta ponte chama-lhe Deus NOVO NASCIMENTO. HÁ SOMENTE UMA MANEIRA DE ENTRAR NO REINO DE DEUS: é nascer nele. SE UM HOMEM NÃO NASCER DE NOVO, NÃO PODE VER O REINO DE DEUS (João 3:3). Enquanto não tiverdes experimentado este “novo nascimento”, estareis talvez muito perto da salvação – mas de certo ESTAREIS AINDA PERDIDOS.

O que vos falta não são bons desejos – mas sim uma vida; não esforços – mas sim um Salvador; a salvação não vem de vós, nem de vossos hábitos religiosos, mas sim de Deus: Deus a dá por Jesus Cristo.

DEUS DEU-NOS A VIDA ETERNA – E ESTA VIDA ESTÁ EM SEU FILHO (1João 5:11).

QUEM CRÊ NO FILHO TEM A VIDA ETERNA (3:36).

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